
Gallorini e uma equipe de três mulheres, incluindo uma freira, trabalham em uma sala pequena e apertada na qual caixas de papelão etiquetadas por língua estão espalhadas no chão e nas mesas. “Elas são sinal dos tempos difíceis em que vivemos. Muitas tratam de dificuldades, sobretudo doenças. Pedem orações para doenças. Descrevem suas situações econômicas difíceis“, disse Gallorini.
As cartas mais urgentes e pessoais são repassadas aos dois padres-secretários particulares do papa para que ele as receba. “São aquelas um pouco mais delicadas, que têm a ver com questões de consciência“, afirmou Gallorini. Cartas sobre dificuldades econômicas são enviadas às entidades católicas de caridade para que decidam como as pessoas podem ser ajudadas. O papa tuíta, mas não segue ninguém. Não tem endereço de email e gosta de receber o que um assessor veterano chamou de “a velha e boa carta”.
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