
Ainda
segundo a Polícia Federal, o grupo cobrava entre R$ 500 e R$ 50 mil para
executar as vítimas, o que configura que a quadrilha também atuava com pistolagem.
"Mas houve um caso em que uma morte se deu por um motivo mais que banal.
Um dos presos executou uma pessoa apenas para 'estrear' uma pistola que havia
comprado", disse o Ramagem.
O grupo, ainda segundo a PF, também teria planejado resgatar o soldado Wendell Fagner Cortez, apontado como um dos chefes do grupo, que está preso no quartel do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), que fica na zona Norte de Natal. Procurada pelo G1, a advogada Kátia Nunes, responsável pela defesa do policial, informou que ainda irá se informar sobre as suspeitas envolvendo seu cliente.
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