
atuante na igreja católica de Ponta Negra
(Foto: Arquivo pessoal)
De acordo com o padre Alcimário, a morte prematura do adolescente chocou a comunidade. “Nós estamos chocados. A que ponto chegou a banalização da vida. Flávio era um menino muito bom, um menino tranquilo. Ele gostava de futebol, tinha o seu time como todo jovem da idade dele, mas não era um torcedor fanático. Mas hoje ninguém pode nem usar uma camisa de time que está correndo risco”, disse.
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Ao G1, o padre contou que Flavio participava da
pastoral do acolhimento e era responsável por receber os fiéis que
participavam das celebrações. "Ele frequentava a igreja todos os fins de
semana, era muito atuante, gostava de ajudar, sempre recebia as pessoas
com um sorriso no rosto. Era um menino muito querido", afirmou.
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